segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Ressonancia Magnetica

No passado dia 4 de Fevereiro fui fazer a minha primeira ressonância magnetica. Nome pesado este. Mais pesado ainda quando via nos filmes que tinha que entrar para uma máquina meio fechada. Aassunto sério pensava.
Bem, cheguei à CUF DESCOBERTAS bem disposta e fui fazer o tal de exame que durou uma hora.
Pensei para comigo que tinha duas hipoteses, stressar e desistir do exame ou superar.
Decidi para comigo superar e BEM. A máquina faz um barulho nada agradável e parece que estou em plena fabrica a laborar a 200% a encostada ao motor, ouvi três ritmos diferentes de ruído incomodativo e foi então que fechei os olhos e pus-me a cantar o Muda de Vida do Antonio Variações. Foi a primeira música que tinha ouvido hoje e andava com ela no ouvido.
Durante uma hora o ruído tentava trazer-me àquele espaço foi quando pensei na dor que o dedo me tem dado nos últimos anos (chamo-lhe o meu aleijadinho) e que me estava a despedir dessa dor, o ruído era o meu subconsciente a mandar a dor embora.
Acreditem que senti-me sem dores durante todo o exame.

Tudo correu bem, vou ser operada para tirar algo que não faz falta fruto de uma lesão no andebol há muitos anos.
A partir deste simples exame sinto me mais forte por ter superado este medo meu pelo tal exame, afinal, infundado porque de facto, as coisas sao sempre melhores do que prevemos quando pensamos nelas.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Duas Experiências ++

Venho por este meio aceitar o convite da nossa contribuidora Canuda para partilhar aqui uma experiência positiva que me tenha acontecido nesta semana. E arranjei duas:
Exp.ª 1 - Faz hoje oito dias fui jantar com uma ex-colega de trabalho que não via há sete anos. E vi que, sete anos depois, ela está igual.
-E que tem isso de positivo? Perguntarão vocês. E eu respondo naquele tom de quem quer manter a bola do futebol da razão do seu lado:
-O que tem isto de positivo? Simples: que o tempo não é uma máquina destruidora que atinge tudo e todos implacavelmente, como muitas conversas negativas quotidianas nos poderiam levar a crer. O tempo é mesmo relativo e o que ele provoca são alterações nas coisas e nas pessoas. Umas destrutivas, para abrir espaço às novidades, e outras construtivas. O que mais me agrada nisto tudo é que muita da acção do tempo sobre as coisas e sobre as pessoas pode ser PARTILHADA connosco. Ou seja, aquilo que somos, fazemos e sonhamos contribui para o tipo de novidades que o tempo nos vai trazer. O que semeamos tem que ver com a colheita que faremos. Vamos lá fazer uma citação do blogue: "...as palavras são como as sementes, se forem boas, darão bons frutos!"
Exp.ª 2 - Sexta Feira passada vinha do Alentejo e, imaginem, pôs-se o sol. O céu ficou azul escuro, o horizonte manteve um tom alaranjado e entre os dois pareceu-me haver uma pequena faixa esverdeada. A lua ficou um espanto e não resisti a gravar um vídeo.
-E que tem isso de positivo?
-Perguntem-me antes em que mundo acredito mais: no das coisas boas e belas que vejo ou na colecção de dejectos que passa nos noticiários? Perguntem-me também se a maioria dessas notícias me interessam ou me servem para alguma coisa? Ou se elevam a auto-estima da humanidade?
Coisas boas nos sucedam durante esta semana. Nem que seja preciso ir procurá-las.

Escolhas do Mês - Arrisca te pela amizade!